A Pharmpedia iniciou em maio de 2005 onde foi fundada pelo canadense Raja Vege e alguns farmacêuticos entusiastas no Canadá, EUA e Índia. Atualmente a enciclopédia conta com 921 artigos na lingua inglesa. Todo o material é "open source" o que significa dizer que os autores tem a propriedade garantida sobre o conteúdo produzido(CCL), por outro lado assegura-se que conteúdo será distrubuído e reproduzido livremente.
Link: http://www.pharmpedia.com
Formulação e desenvolvimento de produtos farmacêuticos
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Adesivos transdérmicos - consulta pública FDA
Veja nova guia da FDA para adesivos transdermicos aberta a consulta publica no site http://www.fda.gov/downloads/Drugs/GuidanceComplianceRegulatoryInformation/Guidances/UCM220796.pdf
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Farmacopéia única para o Mercosul
Começa nesta quinta-feira (19), em Foz do Iguaçu (PR), reunião entre Brasil e Argentina para troca de conhecimentos técnico científicos no fortalecimento da farmacopéia dos dois países. A farmacopéia é o código oficial que descreve as drogas, medicamentos e produtos médicos necessários para exercício da medicina e da farmácia. O documento especifica, ainda, os requisitos mínimos para fabricação e o controle da qualidade de medicamentos utilizados nos países.
Na reunião, também estarão presentes representantes das autoridades sanitárias do Uruguai e Paraguai. “Estamos trabalhando na inclusão desses dois países nas discussões, para darmos início à construção de uma farmacopéia única para o Mercosul”, afirma a diretora da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) Maria Cecília Brito.
Em reunião do Grupo Mercado Comum, os estados parte do Mercosul já aprovaram a elaboração de uma proposta conjunta para o desenvolvimento de uma farmacopéia para o bloco econômico. “A criação de uma farmacopéia regional pode levar a uma menor dependência da importação de substâncias químicas de referência de outras farmacopéias, o que proporcionaria menor custo financeiro na aquisição dessas substâncias”, explica Maria Cecília.
Acordo bilateral
Em 2008, Brasil e Argentina firmaram acordo bilateral para reconhecimento mútuo de Substâncias Químicas de Referência de ambas farmacopéias. Esses substâncias são padrões utilizados pelos fabricantes de medicamentos e insumos farmacêuticos para realizar testes comparativos de qualidade dos produtos.
Desde então, já houve o reconhecimento formal e recíproco das farmacopéias, harmonização de procedimentos e modelos de documentos técnicos e legais, entre outras medidas. Além disso, Brasil e Argentina trabalharam no desenvolvimento conjunto de seis novos lotes de substâncias químicas de referência estratégicas para programas de saúde pública nos dois países.
Outro avanço importante foi o reconhecimento mútuo de 15 lotes de substâncias químicas de referência que estarão à disposição dos produtores de medicamentos nos dois países. Brasil e Argentina também priorizaram a inclusão, nas respectivas farmacopéias, de novas monografias e substâncias químicas de referência relacionadas a insumos farmacêuticos ativos de produção em ambos os países.
Na reunião, também estarão presentes representantes das autoridades sanitárias do Uruguai e Paraguai. “Estamos trabalhando na inclusão desses dois países nas discussões, para darmos início à construção de uma farmacopéia única para o Mercosul”, afirma a diretora da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) Maria Cecília Brito.
Em reunião do Grupo Mercado Comum, os estados parte do Mercosul já aprovaram a elaboração de uma proposta conjunta para o desenvolvimento de uma farmacopéia para o bloco econômico. “A criação de uma farmacopéia regional pode levar a uma menor dependência da importação de substâncias químicas de referência de outras farmacopéias, o que proporcionaria menor custo financeiro na aquisição dessas substâncias”, explica Maria Cecília.
Acordo bilateral
Em 2008, Brasil e Argentina firmaram acordo bilateral para reconhecimento mútuo de Substâncias Químicas de Referência de ambas farmacopéias. Esses substâncias são padrões utilizados pelos fabricantes de medicamentos e insumos farmacêuticos para realizar testes comparativos de qualidade dos produtos.
Desde então, já houve o reconhecimento formal e recíproco das farmacopéias, harmonização de procedimentos e modelos de documentos técnicos e legais, entre outras medidas. Além disso, Brasil e Argentina trabalharam no desenvolvimento conjunto de seis novos lotes de substâncias químicas de referência estratégicas para programas de saúde pública nos dois países.
Outro avanço importante foi o reconhecimento mútuo de 15 lotes de substâncias químicas de referência que estarão à disposição dos produtores de medicamentos nos dois países. Brasil e Argentina também priorizaram a inclusão, nas respectivas farmacopéias, de novas monografias e substâncias químicas de referência relacionadas a insumos farmacêuticos ativos de produção em ambos os países.
Farmacopéia Argentina
A Agência Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia Médica da Argentina disponibiliza gratuitamente o acesso a Farmacopéia Argentina através do website http://www.anmat.gov.ar/fna/consulta_publica.asp
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Seminário Internacional de Permeação Cutânea
Dra Khailas Thakker
Supervisor of Methods Development - The U.S. Pharmacopeial Convention, Inc.
Especialista em testes de Permeação - EUA
Profa. Dra. Maria Vitória Bentley
Especialista em testes de Permeação - USP Riberião Preto
Local:
Hotel Blue Tree - Morumbi
Av. Roque Petroni, 1900 - Brooklin Novo - SP
Carga horária: 8 horas
Investimento: R$ 1.100,00
PROGRAMA:
Desenvolvimento de testes de permeação para tópicos e novas formas farmacêuticas utilizando células de difusão (Célula de Franz)
- Como utilizar e preparar a célula de franz
- Como preparar a membrana antes do ensaio de permeação
- O que considerar ao desenvolver um teste de permeação
- Como calcular o fluxo e modificar métodos analíticos existentes
- Exemplos de fatores que afetam a liberação
- Exemplos de testes para outras formas farmacêuticas
- Guia SUPAC-SS - Como implementá-lo para produtos aprovados
Técnicas disponíveis para testes de permeação cutânea in vitro e in vivo.
1 - Membranas biológicas para estudos de permeação in vitro
2 - Estudos in vitro de retenção do fármaco na pele (absorção da pele)
3 - Estudos in vivo - monitorando a penetração na pele / permeação de fármacos
3.1-Microdiálises
3.2-Métodos por microscopia
3.3-Métodos por Espectrometria e outros
4 - Sistemas de liberação de drogas tópicas / transdérmicas
4.1 Apresentação dos principais veículos e sistemas de liberação
4.2-Discussão dos mecanismos de liberação de fármacos através da pele
Caso não consiga vizualizar esse email, clique no link abaixo:
http://www.flowscience.com.br/flyer/teste.jpg
Para maiores informações:
(11) 4702-0422
Supervisor of Methods Development - The U.S. Pharmacopeial Convention, Inc.
Especialista em testes de Permeação - EUA
Profa. Dra. Maria Vitória Bentley
Especialista em testes de Permeação - USP Riberião Preto
Local:
Hotel Blue Tree - Morumbi
Av. Roque Petroni, 1900 - Brooklin Novo - SP
Carga horária: 8 horas
Investimento: R$ 1.100,00
PROGRAMA:
Desenvolvimento de testes de permeação para tópicos e novas formas farmacêuticas utilizando células de difusão (Célula de Franz)
- Como utilizar e preparar a célula de franz
- Como preparar a membrana antes do ensaio de permeação
- O que considerar ao desenvolver um teste de permeação
- Como calcular o fluxo e modificar métodos analíticos existentes
- Exemplos de fatores que afetam a liberação
- Exemplos de testes para outras formas farmacêuticas
- Guia SUPAC-SS - Como implementá-lo para produtos aprovados
Técnicas disponíveis para testes de permeação cutânea in vitro e in vivo.
1 - Membranas biológicas para estudos de permeação in vitro
2 - Estudos in vitro de retenção do fármaco na pele (absorção da pele)
3 - Estudos in vivo - monitorando a penetração na pele / permeação de fármacos
3.1-Microdiálises
3.2-Métodos por microscopia
3.3-Métodos por Espectrometria e outros
4 - Sistemas de liberação de drogas tópicas / transdérmicas
4.1 Apresentação dos principais veículos e sistemas de liberação
4.2-Discussão dos mecanismos de liberação de fármacos através da pele
Caso não consiga vizualizar esse email, clique no link abaixo:
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Para maiores informações:
(11) 4702-0422
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